DERMA E EPIDERME PDF

This barrier protects you from bacteria, changing temperatures, and chemical exposure. Your skin also feels sensation, communicating with your brain what is going on around you. Your skin, in cooperation with your nervous system, is the primary organ for your sense of touch. Skin has two main layers, both of which serve a purpose. Beneath the two layers is a layer of subcutaneous fat, which also protects your body and helps you adjust to outside temperatures.

Author:Tektilar Mazumi
Country:Burma
Language:English (Spanish)
Genre:Art
Published (Last):2 December 2004
Pages:229
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ISBN:154-3-33863-316-8
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O receptor de melanocortina do tipo 1 MC1-R controla a taxa de eumelanina e de feomelanina, dentro dos melanossomas. A pigmentacao melanica da pele humana sofre intenso controle hormonal. Em , Snell sumarizou o prevalente, consenso acerca da acao hormonal nos melanocitos de mamiferos, particularmente, em humanos. A hiperpigmentacao cutanea foi tambem observada, quando individuos humanos foram injetados com altas doses de hormonio adrenocorticotropico ACTH.

E sabido tambem que POMC expressa e sofre clivagem em outros locais, incluindo o cerebro e a pele. Esta tambem presente, em outras celulas, tais como: monocitos, neutrofilos, celulas de glioma, astrocitos, macrofagos, fibroblastos, celulas endoteliais e ceratinocitos. Desde que MC1-R tenha uma distribuicao tecidual ampla, e provavel que esteja associado com um numero grande de funcoes biologicas. Em , Mountjoy et al.

Demonstraram tambem que mutacoes no gene deste receptor proporcionavam alteracoes na cor dos pelos em ratos. Em , Valverde et al. Apesar da identificacao de mais de loci, envolvidos na pigmentacao dos vertebrados, o MC1-R e o maior determinante do fenotipo de pigmentacao.

A extensao de seu locus foi, primeiramente, identificada em ratos, com base na alteracao da coloracao dos pelos. Foi conhecido, por muitos anos, o envolvimento dos dois loci na regulacao qualitativa eumelanina e feomelanina e quantitativa da pigmentacao de mamiferos, sendo a ASP produzida nos foliculos e agindo nos melanocitos foliculares, pela inibicao da sintese de eumelanina. O sistema melanocortina consiste de peptideos de varias formas de MSH alfa, beta e gama e ACTH, sendo descrita uma familia com cinco receptores de melanocortina, ligados a proteina G, com sete dominios transmembranicos sete passagens pela membrana e o ASP.

A sequencia proteica humana demonstra todas as caracteristicas de receptores, acoplados a proteina G, incluindo a presenca de 7 fragmentos transmembrana e 2 locais de potencial N-glicosilacao. A ocorrencia de locais de ligacao especificos, de alta afinidade, na maioria dos melanocitos humanos, ja fora conhecida, antes mesmo da clonagem do gene MC1-R. Trata-se, entao, de um gene altamente polimorfico na populacao branca, e tais variacoes genicas estao associadas com pele clara e cabelos avermelhados, e agem na diminuicao da habilidade da epiderme em responder a RUV.

Atualmente, o gene do MC1-R e considerado um dos maiores marcadores de susceptibilidade a neoplasias malignas cutaneas, ja que variantes genicas estao associadas, com risco aumentado, para melanoma e canceres de pele nao-melanoma. Outros estudos demonstraram que efelides e lentigos solares sao distintos tipos de lesoes pigmentadas, pois apresentam diferencas marcantes, nas suas etiologias, porem, variantes genicas do MC1-R sao um fator necessario para o desenvolvimento de efelides, quando desempenham um papel menos importante no caso dos lentigos.

Cabelos vermelhos ruivos tem sido relacionados a alguns alelos, mas recentes estudos indicam que os mesmos genotipos podem expressar diferentes cores de cabelos, dependendo da populacao estudada. MC1-R esta expresso, abundantemente, em celulas de melanoma humano e de ratos e em niveis significativamente mais baixos em melanocitos de ratos. Mais recentemente, foi demonstrado em glandulas normais da pele humana e foliculos capilares, bem como em malformacoes e neoplasmas da pele.

Na maioria dos individuos com pele clara, os quais nao se bronzeiam, e encontrada uma variacao na na sequencia genica do MC1-R classico, ja que normalmente confere cabelos escuros e facilidade para se bronzear. Sendo assim, o MC-1R dos melanocitos e, indubitavelmente, um importante elemento na regulacao da pigmentacao nos mamiferos, mas tambem um dos mais polimorficos.

Variantes do MC1-R tem sido associadas com a heranca de cabelo vermelho, na qual mais pigmento amarelo-avermelhado de feomelanina e produzido e apresentam capacidade de bronzeamento muito pequena. A feomelanogenese pode ser estimulada por um tratamento in vitro com ASP recombinante purificada. Apos tratamento com ASP, a expressao de genes, codificando tirosinase e outras proteinas melanogenicas, e suprimida nos melanocitos, a qual exige outros fatores fisiologicos caracteristicos de feomelanogenese in vivo.

O espectro da radiacao solar e amplo, variando, desde os raios cosmicos ultrarraios X , ate as radiacoes do infravermelho. As radiacoes de menor comprimento de onda, ate nm, nao atingem a Terra, pois sao absorvidas pelo oxigenio e ozonio atmosfericos.

Alem desse limite, ate nm, esta o infravermelho, vindo a ser um indutor de calor. A resposta do individuo a exposicao a RUV, ou seja, o quanto consegue de bronzeamento, e um dos maiores exemplos de adaptacao ambiental dos humanos.

Exposicoes repetidas a RUV levam a um aumento no numero de melanossomas, estagio IV, transferidos aos ceratinocitos, bem como um aumento no numero de melanocitos ativos.

Alem disso, a densidade dos melanocitos, em estudos comparativos, e maior nas areas fotoexpostas. Portanto, a RUV e um eficiente estimulante da pigmentacao da pele, em humanos, e e responsavel pela iniciacao da resposta de bronzeamento. Varios mecanismos podem estar envolvidos e acredita-se que a resposta seja resultado de uma combinacao de diferentes sinais, agindo tanto diretamente quanto indiretamente nos melanocitos.

A acao indireta da RUV envolve a liberacao de mediadores dos ceratinocitos na pele. O Ultravioleta C UVC nm e basicamente germicida, o UVB nm causa eritema, pigmentacao e, principalmente, alteracoes que induzem ao cancer cutaneo.

Ja o ultravioleta A UVA nm tem maior penetracao na pele, alem da pigmentacao e alteracoes cancerigenas, sendo o principal indutor de fotossensibilidade. O UVB e o principal responsavel pelas queimaduras solares, com surgimento do eritema, apos um periodo de latencia de 2 a 7 horas. Ja a UVA promove um eritema, que surge mais tardiamente, e pode tornar- se gradualmente mais intenso.

A interacao dos hormonios e RUV pode ser ilustrada no melasma. A RUV estimula a producao de melanocortina, dentro dos melanocitos e ceratinocitos, o que justifica o envolvimento desse hormonio na patogenese do melasma, posto que se caracteriza basicamente por uma melanizacao epidermica aumentada, sem proliferacao melanocitica.

Melasma e uma hipermelanose comum, adquirida, simetrica, caracterizada por maculas acastanhadas, mais ou menos escuras, de contornos irregulares, mas limites nitidos, nas areas fotoexpostas, especialmente, face, fronte, temporas e, mais raramente, no nariz, palpebras, mento e membros superiores Figura 7. Trata-se de doenca dermatologica facilmente diagnosticada ao exame clinico, porem, apresenta uma cronicidade caracteristica, com recidivas frequentes, grande refratariedade aos tratamentos existentes e ainda muitos aspectos fisiopatologicos desconhecidos.

O nome melasma deriva do grego melas , significando negro. Cloasma e um termo que e usado com o mesmo sentido, sendo tambem derivado do grego cloazein , de: estar esverdeado. A denominacao melasma constitui, portanto, uma designacao mais adequada para a doenca. Embora possa acometer ambos os sexos e todas as racas, favorece fototipos intermediarios e individuos de origem oriental ou hispanica que habitam areas tropicais.

E mais comum em mulheres adultas em idade fertil, podendo, porem, iniciar-se pos-menopausa. Ainda que melasma seja mais frequente entre latinos, a exata prevalencia e desconhecida.

Sao reconhecidos dois principais padroes de melasma da face: centrofacial, porque acomete a regiao central da fronte, regiao bucal, labial, regiao supralabial e regiao mentoniana; e malar, acomete regioes zigomaticas. Alguns autores acrescentam ainda um terceiro padrao, menos frequente, chamado mandibular. Sacre et al. Sanchez et al. Tal instrumento foi validado e demonstrou utilidade para monitorar o impacto, causado pelo melasma, na qualidade de vida dos pacientes. Sendo assim, contribuir para o entendimento do mecanismo pelos quais os melanocitos promovem uma coloracao fenotipica localizada, ou como a cor da pele, geneticamente pre-determinada, se torna alterada para uma cor induzida por fatores como: luz solar, hormonios, inflamacoes e outros.

Torna-se tarefa de grande importancia, sendo que tais elucidacoes podem gerar importantes subsidios para inovacoes terapeuticas e como consequencia, melhora na qualidade de vida dos doentes.

Em conjunto, os estudos comparativos de pele, acometida por melasma, e pele adjacente normal, verificaram que a afeccao se caracteriza por hiperpigmentacao epidermica, sem aumento do numero de melanocitos ou da quantidade de melanina, em todas as camadas da epiderme, aumento no numero de melanossomas e da elastose dermica.

Estudos recentes indicam que inumeros peptideos exercem uma regulacao autocrina ou paracrina dos melanocitos, na pele humana, e em diversas doencas pigmentares. Sao representados principalmente por: endotelina 1 ET-1 , fator estimulador de colonia granulocito-macrofago e fator stem cell tipo membrana SCF. Tambem e conhecida a regulacao por oncogene- a relacionado ao crescimento, para interacoes entre melanocitos e ceratinocitos, fator de crescimento hepatocitico e fator stem cell,l tipo soluvel, para interacoes entre fibroblastos e melanocitos.

A up ou downregulation , dessa rede interligada, esta intrinsecamente envolvida na estimulacao das funcoes melanociticas, em varias desordens epidermicas que cursam com alteracoes na pigmentacao. Melasma e uma doenca frequente na populacao geral, que gera grande impacto na qualidade de vida dos pacientes e movimenta grandes esforcos da pesquisa clinica e farmaceutica no desenvolvimento de tratamentos.

Entretanto, o conhecimento relacionado a sua fisiopatogenia ainda e muito limitado. Pesquisa de variantes alelicas do MC1-R, que se expressem diferentemente na pele sa e lesada, poderiam justificar a pigmentacao mais efetiva, em certas areas fotoexpostas, do que em outras. Cultura de ceratinocitos e melanocitos, de pele sa e com melasma e de populacoes nao acometidas pela doenca, sob diferentes regimes de exposicao, permitiria um estudo comparativo da expressao de diversos genes para demonstrar as bases do comportamento fenotipico diferente desses grupos de celulas adjacentes, no mesmo tecido.

Perfis de citocinas melanogenicas sao expressas nas peles lesada e sa, assim como as celulas de origem, as decorrencias locais e os estimulos desencadeantes permitiriam uma compreensao dos elementos, envolvidos na genese do melasma. Human skin pigmentation: melanocytes modulate skin color in response to stress. Faseb J. An Bras Dermatol. Genetic determinants of hair, eye and skin pigmentation in Europeans.

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Pigment Cell Res.

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O receptor de melanocortina do tipo 1 MC1-R controla a taxa de eumelanina e de feomelanina, dentro dos melanossomas. A pigmentacao melanica da pele humana sofre intenso controle hormonal. Em , Snell sumarizou o prevalente, consenso acerca da acao hormonal nos melanocitos de mamiferos, particularmente, em humanos. A hiperpigmentacao cutanea foi tambem observada, quando individuos humanos foram injetados com altas doses de hormonio adrenocorticotropico ACTH.

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